Terça-feira, 12 de Dezembro de 2006

Há várias décadas que convivem em coexistência pacífica, têm, em especial o Liceu, "criado" várias gerações, até que há cerca de uma década, fruto de um indecisão camarária de constroi/não constroi parque de estacionamento subterrâneo, durante cerca de 5 anos uma enorme foi uma enorme cratera. Como resultado final, o afastamento das pessoas deste emblemático espaço, que poderá demorar anos, isto é se houver retorno, esperemos que sim.

Já foi por aqui várias vezes falado e sugerido que se devia cortar o trânsito à Ponte Romana, devo dizer que da parte que me toca não concordo, porque é muito bonito transformar este belo e milenar monumento em passagem apenas pedonal, até eu tambem gostava, mas isso sería uma machadada final no comércio local. O que acho que está ao contrário do que devería ser é o sentido do trânsito, Madalena/Arrabalde faría muito mais sentido porque quem acaba de chegar à cidade é quem mais procura o comércio, acho eu.
Sábado, 9 de Dezembro de 2006

Quer queiramos quer não, temos que nos habituar ao "new look" das Freiras, e é tambem dos locais da zona histórica da cidade que funciona em "part-time", excepto em duas situações, durante o funcionamento das aulas nocturnas na Escola Fernão de Magalhães, e no Verão quanto aqui tem lugar algum evento cultural. Para minimizar a ausência da antigo jardim, deveria-se colocar aqui mais árvores, mas pelos vistos, nós cidadãos comuns é que não percebemos nada disto.

O centro histórico da cidade, caracteriza-se pelos tais contrastes da conservação dos edifícios antigos, depara-se com um edifício restaurado, para logo de seguida encontrar-se um a cair aos bocados, alguns deles a ameaçar ruína, as ruas dos Gatos e "Correio Velho" são um exemplo do que anteriormente foi dito, sendo quanto mim, a sua vizinha rua do Poço e excepção, no bom sentido, quer em conservação quer em habitabilidade.
Sexta-feira, 8 de Dezembro de 2006

Fez no passado dia 1 de Dezembro 366 anos (1640) que eclodiu em Lisboa uma revolta a que historicamente ficou designada de Restauração da Indepência Nacioanal, o que pos cobro 60 anos de domínio castelhano, 1580-1640. Uma vez restaurada a soberania nacional, os "nuestros hermanos" não desisitiram de reconquistar aqui o nosso "jardim de eucaliptos e mamarrachos" à beira-mar plantado. Sendo Chaves um local situado em plena zona raiana, era obviamente dos mais apetecíveis e vulneraveis às investidas castelhanas, por isso, houve necessidade de reforçar e ou modernizar as defesas desta praça, inclusive, é nesta epoca que se constroem os Fortes de S. Neutel e S. Francisco.
Segunda-feira, 4 de Dezembro de 2006

Poucos minutos faltavam para as 9 horas da manhã, era este o "movimento" de pessoas e veiculos na histórica Rua de Sto António, estava um deserto autêntico, até me dava ideia que estava tudo de ressaca depois de uma noite mais "hidratada" do que o costume. Segundo me disseram flavienses residentes, é assim mesmo, "fecha" ás 8/9 da noite e entra em "stand by" até ao dia seguinte.

A partir da Rua Verde temos esta vista, logo em primeiro um parque de estacionamento onde durante várias decadas existiram uns armazens da Câmara, e lá mais em cima o altivo e majestoso Castelo, que há 700 anos ali reside, com muita História e histórias para contar, e tem resisitido a quase tudo: intempéries, guerras, intervenções infelizes( em especial no século XIX), e agora é um miradouro com um belo pequeno jardim à sua volta, e diariamente visitado e fotografado por flavienses e forasteiros.

Em pleno centro da cidade, ainda vão resistindo estes "cantinhos", maioritariamente habitados por idosos, mas pelos vistos, já adapatados às novas tecnologias (parabólica), o resto, é o cenário típico, o tanque de lavar roupa, a gaiola com o "passaroco", as plantas(sardinheiras), enfim.. "é uma casa portuguesa...com certeza". Mas o resto da rua aqui á volta... minha nossa!! Está quase tudo a cair!!