Sábado, 20 de Outubro de 2007

Em primeiro lugar, gostaría de falar das novas placas toponímicas, é que não há muitos dias atrás, publiquei aqui uma fotografia da Rua do Tabolado, em que, entre outras coisas, falei das velhas placas toponímicas, que em meu entender eram bem mais interessantes e mais visíveis. Quanto à Rua que vemos na imagem, é aquilo que eu e a maioría de nós flavienses gostamos ver, casas antigas restauradas, já que habitadas é mais difícil, paciência, não se pode ter tudo.
De Anónimo a 20 de Outubro de 2007 às 11:31
Já é muito o contributo que o autor deste Blogue dá para a divulgação e engrandecimento da cidade (de Chaves).
Consinta que lhe «cravemos» mais um bocadinho:
- Diga-nos alguma coisa acerca dos titulares dos nomes das Ruas, Largos, Avcenidas, Praças ou.. Canelhas.
Por exemplo, porquê uma Rua ao Padre (ou "padreco", para os que gostarem) Adolfo Magalhães?
Foi por ser parente do Fernão? Ou por ter rezado muitas missas? Ou por não exigir a côngrua?
Ou....!
Cumprimentos e agradecimentos
de
Tupamaro
De
hpserra a 20 de Outubro de 2007 às 11:55
Adolfo Augusto de Magalhães Junior, nasceu em Chaves no dia 12 de Julho de 1906 e faleceu no dia 19 de Novembro de 1980. Era filho do Notário Adolfo Augusto de Magalhães e de Custódia Teresa da Cruz Magalhães. Ordenou-se em Chaves em 1930, na Igreja de Sta. Maria Maior. Foi professor de instrução primária e liceal, era poeta e amante da Arqueologia. Foi professor no Seminário e abade da Sé Catedral de Vila Real, alem de pároco de Fornelos(Sta. M. Penaguião), Arcossó e Vidago.
* Este extracto biográfico, foi extraído do Livro: "TOPONÍMIA FLAVIENSE" de Firmino Aires.
De Tupamaro a 20 de Outubro de 2007 às 14:34
Como sempre, gentil!
Obrigado, pela prontidão do esclarecimento; por este; e pela cortesia.
E assim aumentámos o nosso conhecimento!
Esperamos merecer a continuação da sua «trabalheira»!
Tupamaro
De FernandoC. P. Bravo a 21 de Outubro de 2007 às 16:31
Ainda bem que aqui se recorda um grande flaviense que se distinguiu, como já foi dito, nas artes e nas letras.
O Pe. Adolfo, o Dr. Francisco Carneiro, o Dr. Francisco de Barros, o Pe. Silvino da Nóbrega, o Poeta Artur Maria Afonso, o Cap. Palmeira, O Dr. Júlio Gomes o Dr. Lino Sotto Maior; Dr. António Maria Pereira, Drs. Júlio e José Timóteo Montalvão Machado, Dr. João Delgado, nas décadas de quarenta e cinquenta, do século passado foram marcos de desenvolvimento cultural de Chaves que não teve par em muitos outros momentos da velha história flaviense. Está claro que aqui se deveriam juntar muitos mais, Ribeiro de Carvalho, José Homem Pizarro, António Granjo, em anos anteriores foram também destacados flavienses no meio político e cultural.
Pizarro Bravo
De FernandoC. P. Bravo a 21 de Outubro de 2007 às 22:48
Neste grupo faltou - e é uma falta imperdoável - o Pe. João Vaz de Amorim e a Dª. Maria Montalvão Cunha.
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